A sodomia desde o princípio

Homossexualidade, junção de duas palavras, derivadas do grego e do latim, que refere-se à atração, em todos os seus aspectos, por outro ser do mesmo sexo. Tal característica existe, comprovadamente, em cerca de 500 espécies, mas apenas uma, desde o século VI antes de Cristo, julga esta opção da pior forma possível. Alguns tratam como uma transgressão contra a lei divina, como é o caso das religiões Abraâmicas. Outros, em pleno século XXI, mais especificamente, no dia 24 de maio de 2015, quando foi lançada, em TV aberta, a propaganda do Boticário referente ao dia dos namorados, tratam como o rompimento da família tradicional.
    Os registros históricos, que comprovam a existência do homossexualismo na espécie humana, existem, aproximadamente, desde os anos 600 a.c., quando os asiáticos utilizavam o termo eufemístico “Prazeres do pêssego picado” para descrever os comportamentos da época. E não para por aí, no ano de 480 a.c. é reconhecida uma obra, que retrata dois personagens mitológicos, conhecidos pelos nomes de  Zéfiro e Jacinto, na qual os dois homens se encontram em relação afetiva. Um pouco mais tarde, destaca-se também a figura do grande filósofo e pensador Sócrates, que também praticou atos homossexuais. Portanto percebe-se que essa prática não é tão atual como se imagina.
    Na história, essa característica já foi bastante discutida, mas atualmente, houve uma retomada nessas discussões. Até agora, dezenove países já aprovaram o casamento homoafetivo, incluindo o Brasil, em 2013. Mas é claro que nem todos aprovaram, e quando a marca de perfumes e cosméticos, o Boticário, expressou sua opinião em forma de propaganda, houve uma imensa discussão, principalmente por parte dos religiosos, com o argumento de que a marca, trata do homossexualismo como algo normal, e isso destrói o modelo tradicional de família. Curiosamente, tais compositores destes argumentos, afirmam  não ser preconceituosos, em hipótese alguma, mesmo que, a maioria destes, sejam a favor do projeto “cura gay”, que trata do homossexualismo como doença.
    Logo, conclui-se que, a opção sexual em questão, é tão vigente quanto o heterossexualismo, e isto não é algo atual. Percebe-se que, desde os primórdios, não existe respeito com as opções de alguns, e isto prevalece até os dias de hoje. Antes de julgar a opção do outro vale refletir se, o seu Deus diz mesmo para perseguir quem luta pelo direito de amar o outro.
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