Charlie, quem é você?

  Há algumas semanas, uma onda de vídeos, nas diversas redes sociais, tomou a atenção de muitas pessoas. Vídeos que se tratam de um tal “demônio mexicano”, mais conhecido como Charlie. Este que é apresentado como um suposto vidente, já que responde a perguntas sobre fatos que ainda irão acontecer. Mas qual é a verdadeira história deste ser? E qual é a veracidade dos fatos ocorridos, nos vídeos em circulação?
    Algumas crianças, de uma escola em Manaus, decidiram fazer o tal desafio, de invocar Charlie. O resultado foi surpreendente, algumas delas, das mais variadas idades, tiveram que ser hospitalizadas com constantes delírios e outros problemas, tanto psicológicos como físicos. De acordo com testemunhas, o fato sobrenatural, de deslocamento do lápis, realmente aconteceu, e depois disso, houve uma correria pelos corredores da escola. No dia seguinte houve uma convocação, por parte da escola, dos responsáveis pelos alunos, bem como de conselheiros tutelares, para que estes pudessem discorrer sobre o acontecido.
    Os desacreditados no assunto, possuem as mais variadas hipóteses para a explicação dos ocorridos. A teoria mais aceita é a que diz, fisicamente falando, que a base de contato entre os lápis é pequena, e o atrito entre eles é o mínimo, logo qualquer expressão de movimento irá deslocar os materiais. Inclusive, perceba que, na maioria dos vídeos (senão em todos), os lápis utilizados não são arredondados, já que isto faria com que os dois se deslocassem.
    Mas a verdadeira notícia é que Charlie existiu, e fazia encenações teatrais e, numa destas, a corda que simulava uma forca, falhou, e ele acabou morrendo de verdade. Esta é a sinopse de um filme que irá estrear, no Brasil, por volta do dia 7 de julho, com o nome “A forca”. Sim, tudo isso não passa de um jogo de marketing para promover o filme, porém algumas pessoas não procuraram informações verídicas antes de realizar o desafio.
    A questão é que, sendo verdade ou não, o melhor, como disse José Antônio Fortea (padre exorcista do Vaticano), é não testar o desafio, já que “Não é provável que as pessoas sejam possuídas por demônios, mas também não é impossível”.
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