O pós-conceito

A música é considerada como forma de expressão de uma determinada cultura, povo ou grupo social. Ela expressa sentimentos, vontades e ajuda o ser humano de diversas formas, tanto fisicamente, como as danças por exemplo, quanto emocionalmente. O problema em questão é que esta vem se “modernizando” até demais, com letras vulgares e que não seguem a definição da palavra, o que pode vir a se tornar caso de polícia.
    Houve uma época, na história do Brasil, em que a música era utilizada, principalmente, para reclamar da estrutura governamental do país. Isso é a expressão de insatisfação de determinado grupo. Atualmente ela vem passando por drásticas transformações, e assim surgiu o funk e suas diversas vertentes, estas que vêm sendo discutidas como impróprias. Os cantores, mais conhecidos como MC’s, estão cada vez mais novos e com letras musicais que não se adequam nem para um público mais velho. Esse tipo de música não se encaixa na definição.
    O problema não é o funk em si, já que muitos adeptos ao ritmo usam como argumento o preconceito sofrido, e sim a letra cantada por menores, que é ridícula para qualquer ritmo musical. Em entrevista a um programa de televisão, dois MC’s, de 12 e 15 anos, disseram que jamais praticaram os atos ilícitos contidos nas letras e, na maioria das vezes, sequer sabem o verdadeiro significado.
    Com isso, conclui-se que é necessário uma “reforma musical” no Brasil. É bonito ver uma criança cantando qualquer tipo de música, desde que esta seja adequada a sua idade e não tão ilícita, como é visto atualmente.
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