França mais uma vez surpreendida, ainda há o que temer?

Sem dúvida este não foi, até agora, um ano bom para a França. Desde os acontecimentos de janeiro, onde a população foi alertada, da pior forma possível, de que a liberdade de expressão não é tão conveniente em toda e qualquer ocasião, até o dia de hoje, onde a população parisiense foi surpreendida com alguns atentados distintos em pontos com grande aglomerado de pessoas.

Durante o amistoso entre França e Alemanha, alguns torcedores ouviram explosões próximas ao Stade de France, local onde ocorria o jogo. Logo após o término, as organizações locais foram encarregadas de orientar a saída de forma cautelosa, e por vezes impedida, dos torcedores que ali se encontravam, sob risco de novos atentados como os cerca de sete que ocorreram de forma distinta no centro de Paris. O presidente francês François Hollande, que estava acompanhando o jogo diretamente do estádio, foi imediatamente retirado deste e guiado a um local seguro, já que não se sabe ao certo o principal objetivo destes atentados.

Até o fechamento desta divulgação, já existem registros de cerca de 100 mortos, e dezenas de feridos, incluindo dois brasileiros. O principal alvo destes ataques foi a casa de espetáculos Bataclan, onde foi registrado o maior número de mortos. Ao entrar neste local, a polícia relatou um cenário desolador e de completo caos. Uma jornalista encontrava-se naquele local e relatou, por meio das redes sociais no momento do ocorrido, que os atiradores eram muito jovens e estavam atirando para todos os lados, sem distinção.

O que alivia boa parte do problema é o fato de que a reação do governo francês foi extremamente rápida. A polícia local já está em busca dos suspeitos, o exército foi imediatamente acionado, e as fronteiras francesas foram fechadas até segunda ordem. Alguns jornalistas estão a caminho do local, mas provavelmente não irão obter êxito nesta tarefa, já que o país declarou estado de emergência no exato momento. O presidente francês foi evacuado de helicóptero ao Ministério do Interior, onde foi criada uma célula de crise.

Agora a todos, só resta aguardar o relato final do número das vítimas deste triste acontecimento tanto para a França como para todo o mundo, e que os culpados por este ato tão impiedoso sejam punidos da forma que convém. A França realmente não passa por um bom momento no que diz respeito às crises deste âmbito, mas espera-se uma reação rápida e eficaz desta que é uma das maiores potências do planeta, no quesito militar.

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